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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
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Sepromi realiza escutas sociais com povos e comunidades tradicionais no entorno do Canteiro São Roque do Paraguaçu

BAHIA

Sepromi realiza escutas sociais com povos e comunidades tradicionais no entorno do Canteiro São Roque do Paraguaçu

Foto: Ascom/Sepromi A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi) iniciou uma série de escutas sociais junto aos povos e comunidades tradicionais localizados no entorno do Canteiro São Roque do Paraguaçu, reativado para funcionar como centro de apoio logístico às obras da Ponte Salvador–Itaparica. As primeiras atividades foram realizadas nos dias 9 e 10 de junho, nas comunidades de São Roque do Paraguaçu e São Francisco do Paraguaçu, distritos dos municípios de Maragogipe e Cachoeira.A iniciativa considera a natureza provisória das atividades desenvolvidas no local e atende à Portaria do Inema nº 34.729, condicionante XVIII, que estabelece a realização das ações de escuta social previstas no Plano de Trabalho voltado às comunidades tradicionais do entorno do canteiro. As escutas têm como objetivo ouvir demandas, prestar esclarecimentos e promover a construção coletiva de soluções relacionadas aos impactos e às oportunidades decorrentes da reativação do canteiro, além de fortalecer a relação entre o poder público e as comunidades, assegurando a participação social em temas de interesse coletivo.Durante as obras da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica, a área será utilizada para a produção de componentes estruturais, incluindo pré-moldados de concreto, além da fabricação e montagem de estruturas metálicas. O complexo é composto por três áreas principais: o canteiro de obras, com 400 mil metros quadrados; a vila residencial, com 48 mil metros quadrados; e a vila operária, com 46 mil metros quadrados.O processo de diálogo participativo conta com a participação da Concessionária da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica, responsável por apresentar informações sobre o projeto, esclarecer dúvidas das comunidades e contribuir para o diálogo sobre os impactos e benefícios associados às intervenções previstas na área do Canteiro.Além dessas localidades, entre as comunidades mapeadas para participação nas escutas sociais estão Buri, Porto da Pedra, Mutamba, Salaminas e Putumuju. A Sepromi segue realizando o processo de identificação de outras comunidades, com o objetivo de ampliar as escutas sociais e fortalecer a participação popular ao longo do desenvolvimento do projeto.Fonte: Ascom/Sepromi
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VI Seminário de Melhorias do Projeto Primeiro Emprego apresenta 45 propostas de inovação no serviço público

BAHIA

VI Seminário de Melhorias do Projeto Primeiro Emprego apresenta 45 propostas de inovação no serviço público

Foto: Mallu Silva/FESF Criatividade, compromisso e inovação marcaram o VI Seminário de Melhorias do Projeto Primeiro Emprego (PPE), realizado pela Casa Civil em parceria com a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) e a Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS). O evento reuniu mais de 350 beneficiários por dia, além de representantes do Governo do Estado e do comitê gestor.Em sua sexta edição, o seminário consolidou-se como um espaço de compartilhamento de experiências, valorização da juventude e apresentação de soluções desenvolvidas por beneficiários do programa para aprimorar os serviços públicos estaduais.Para Antônio Assis, coordenador de Acompanhamento de Políticas Sociais (Coaps) da Casa Civil e diretor executivo da política pública, o PPE é um verdadeiro "portal para o futuro".“Depois de passarem pelo Primeiro Emprego, muitos voltam a estudar, se formam, tornam-se administradores, professores, médicos, psicólogos, enfermeiros, engenheiros e programadores, transformando suas vidas para sempre”, afirmou.Ao longo da programação, foram apresentadas 45 propostas de melhoria elaboradas pelos jovens que atuam em órgãos e entidades do Governo do Estado. As iniciativas abordam desafios identificados no cotidiano das instituições e propõem soluções que contribuem para aumentar a eficiência dos processos, qualificar o atendimento à população e fortalecer a gestão pública.Os projetos refletem uma das principais características do Projeto Primeiro Emprego: estimular o protagonismo dos participantes e criar oportunidades para que eles contribuam ativamente com os ambientes onde trabalham. Nivaldo Millet, coordenador-geral de Políticas para a Juventude do Estado, acredita que o PPE é uma das políticas públicas mais qualificadas e efetivas da Bahia.“São mais de 25 mil vidas tocadas em toda a Bahia. Esse número é expressivo, representa muito investimento e inclusão das mulheres, da população negra e da juventude dentro da gestão pública, fazendo com que as oportunidades cheguem a quem mais precisa”, destacou.Durante a mesa de abertura do seminário, foram apresentados os resultados alcançados pelo PPE ao longo de quase 11 anos de atuação. Nesse período, o programa beneficiou 25.111 pessoas em 244 municípios baianos, alcançando os 27 Territórios de Identidade da Bahia. Atualmente, mais de 3,2 mil jovens participam da iniciativa.Fonte: Ascom/Casa Civil 
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Bahia lança temporada 2026 de observação de baleias-jubarte com capacitação para profissionais do turismo

BAHIA

Bahia lança temporada 2026 de observação de baleias-jubarte com capacitação para profissionais do turismo

Foto: Amanda Ercília/GOVBA A temporada 2026 de observação de baleias-jubarte no litoral baiano foi lançada pelo Governo do Estado, nesta sexta-feira (12), na Marina da Penha, em Salvador. A iniciativa da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), em parceria com a Barco Show Eventos, a Marinha do Brasil e o Projeto Baleia Jubarte, marca o início de uma série de ações voltadas à qualificação dos profissionais que atuam na atividade turística ligada ao avistamento dos animais.O lançamento foi marcado pelo início do curso “Qualificação do Turismo de Observação de Baleias”, que capacitará operadores náuticos, empresários, guias, gestores públicos e demais profissionais do trade turístico. A formação abordará temas como segurança no mar, legislação ambiental, boas práticas para observação de cetáceos, interpretação de indicadores climáticos e atendimento ao visitante.Para o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, a qualificação profissional é um dos pilares para fortalecer o segmento de forma sustentável. “A Bahia possui o turismo de observação de baleias como um produto turístico estruturado e consolidado, presente em seis zonas turísticas do nosso litoral, de Jandaíra a Mucuri. Com o lançamento da temporada, iniciamos também a capacitação dos profissionais que atuam nesse segmento, para garantir uma experiência segura, qualificada e sustentável aos visitantes. Essa é uma ação que, além de fortalecer o turismo baiano, amplia o fluxo de turistas, aumenta o tempo de permanência no estado e gera emprego e renda para a população”.Após a etapa inicial em Salvador, a capacitação seguirá até julho, para outros cinco destinos baianos reconhecidos pela atividade: Caravelas, Porto Seguro, Itacaré, Morro de São Paulo e Praia do Forte, onde será realizado o encerramento do projeto, no Espaço Baleia Jubarte. A ação integra o programa QualiTurismo Bahia, desenvolvido pela Setur-BA. A iniciativa já capacitou 445 profissionais e iniciantes em diversas áreas do turismo, na capital e no interior, e tem como meta beneficiar 15 mil pessoas nas 13 zonas turísticas do estado.Concentração de baleias no estadoA Bahia concentra um dos principais corredores de passagem das baleias-jubarte no Brasil, registrando a maior concentração desses mamíferos marinhos no país durante a temporada. Todos os anos, os animais migram das águas geladas da Antártida para o litoral brasileiro em busca de águas mais quentes para reprodução e nascimento dos filhotes.Para que o turismo de observação de baleias seja sustentável, o coordenador do projeto Baleia Jubarte, Gustavo Rodamilans afirmou que ele precisa ser positivo tanto para os animais quanto para as pessoas. “A qualificação dos profissionais é fundamental porque apresenta as normas, os protocolos e as boas práticas para o avistamento responsável, garantindo a proteção das baleias e uma experiência de qualidade para os visitantes. Isso fortalece a atividade e contribui para que cada vez mais pessoas conheçam e valorizem a conservação da vida marinha”.Turismo aquecidoAlém do aspecto ambiental, a temporada representa uma oportunidade para impulsionar o turismo e a economia em um período tradicionalmente considerado de baixa estação, beneficiando hotéis, restaurantes, operadoras de turismo e serviços náuticos em diferentes regiões do litoral.“O turista busca cada vez mais experiências autênticas e conectadas à natureza. O avistamento de baleias proporciona exatamente isso: um contato único com a vida marinha, de forma sustentável e responsável. É uma atividade que fortalece o destino Bahia e encanta visitantes do Brasil e do exterior”, destacou Rogério Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav-Ba).O presidente da Barco Show Eventos, Hugo Leonardo Assis, Leonardo Assis, apresentou um número importante sobre o impacto econômico dessa atividade turística no Litoral Norte. “Dados de 2023 apontam que a atividade movimentou R$ 4,4 milhões diretamente e mais de R$ 9 milhões de forma indireta em Praia do Forte, demonstrando o potencial econômico do turismo de observação de baleias para os destinos baianos”.Repórter: Simônica Capistrano/GOVBA 
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